9 de novembro de 2006

Merlini Allegoria profundissimum Philosophia lapidis perfecte continens



Não sei se deva falar de transmigração das almas ou de reencarnação. Se há momentos da nossa vida que a gente não recorda, porque não admitir que há outras vidas de que nos esquecemos?

O certo é que reconhecemos, às vezes, pessoas e, sendo mutuamente reconhecidos, ambos não somos capazes de estabelecer em que circunstâncias de espaço ou de tempo travámos conhecimento anterior.

Exauridas as possibilidades, resta-nos acreditar que são conhecimentos de outras vidas.

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2 Comentários:

At 13/11/06, 14:39, Anonymous Anónimo comentou...

Não quero saber de almas para nada... nunca vi nenhuma!

O que eu gostava de saber é se o meu amigo já arranjou os batráquios de que precisava para comer os insectos do charco?

 
At 14/11/06, 01:51, Blogger Perdido comentou...

Caro(a) anónima(o).

Ainda não arranjei nenhum batráquio, não senhora. Os insectos lá andam, um pouco como por toda a parte.

 

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